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Uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Anestesiologia revelou que (1) 75% dos entrevistados afirmaram ter medo da anestesia e (2) um em cada quatro pacientes adia ou desiste da cirurgia devido o medo de ser anestesiado.
O medo vem de um passado sombrio da anestesiologia, em épocas onde se usava éter ou clorofórmio como anestésico.
A boa notícia é que, assim como nos últimos anos a tecnologia deu um salto, a anestesiologia também. Temos medicamentos mais seguros e monitorização até mesmo para a própria consciência durante todo o procedimento cirúrgico.
Por esses motivos afirmo que a anestesia, atualmente, não deve gerar medo.
A consulta pré-anestésica faz parte desta evolução e aumento da segurança. Nela, o anestesiologista investiga o que poderia ser prejudicial ao paciente e faz os devidos ajustes nos medicamentos, técnicas e materiais a serem utilizados.

A consulta pré-anestésica tem como objetivo diminuir tanto as possibilidades de (1) complicações anestésicas quanto (2) cirúrgicas, por meio da:

  1. Avaliação das condições físicas de cada paciente para certificar se apresenta condições necessárias para a cirurgia proposta;
  2. Verificação dos medicamentos utilizados pelo paciente e suas interações com os medicamentos anestésicos e, orientação sobre a suspensão ou não de medicamentos;
  3. Avaliação das vias aéreas para condução da melhor técnica de intubação;
  4. Orientação quanto ao jejum adequado para cada procedimento;
  5. Orientação sobre a técnica anestésica mais adequada para o paciente;
  6. Solicitação de exames e pareceres necessários, entre outras informações importantes para a segurança do procedimento ao qual será submetido.

No entendimento do Conselho Federal de Medicina, a consulta pré-anestésica deve ser feita, com antecedência e não necessariamente pelo anestesiologista que irá anestesiá-lo.
A Resolução CFM N° 2.174/2017, publicada no Diário Oficial da União, em 27 de fevereiro de 2018, Seção I, p. 82, que dispõe sobre a prática do ato anestésico, entre outros tópicos, é clara em afirmar que a consulta pré-anestésica poderá ser realizada por outro anestesiologista que não aquele que irá ministrar sua anestesia.
Esta é uma conduta benéfica pois poderemos ter profissionais mais especializados em detectar fatos importantes que poderiam passar desapercebidos aos olhos de alguns desatentos.

  • Exames laboratoriais e de imagem que outrora o cirurgião já tenha solicitado;
  • Lista com medicamentos e horários de uso (pode anotar em um papel caso não seja fácil recordar), não esqueça também dos fitoterápicos que esteja utilizando;
  • Pareceres realizados.

Não há nada estabelecido em relação a isso.
Recomenda-se uma antecedência de até 15 dias. Isto com o intuito de realizar exames complementares em tempo hábil caso sejam necessários, bem como os pareceres.

A raquianestesia, popularmente conhecida como “injeção nas costas”, serve para cirurgias de abdômen ou de membros inferiores.
Já a anestesia geral, em sua grande maioria, necessita do controle da respiração do paciente com o auxilio de um tubo na traqueia. Esta serve, além das mesmas indicações da raquianestesia, para cirurgias mais altas como retirada da glândula tireóide (tireoidectomia).
Cada uma das duas técnicas tem seu espaço no arsenal do anestesiologista. Por isso, o mesmo avalia o tipo de cirurgia e aplica a melhor técnica para cada paciente. Em alguns casos, poderá até ser benéfico para o paciente a associação da raquianestesia e a anestesia geral.

Em geral, temos 8 horas para alimentação sólidas (aqui entra também o leite, pois este em contato com o suco gástrico sofre reação, endurecendo).
A água ou sucos claros, sem resíduos, por exemplo, o suco de laranja bem peneirado (sem bagaços), podem ser ingeridos até duas horas antes do procedimento. Quantas vezes ouvimos histórias de pacientes que apresentaram muita sede pois foram orientados a não ingerir água durante 8 horas.
Uma consulta pré-anestésica bem conduzida minimizará essas situações.
Vale ressaltar que algumas doenças como, por exemplo, a diabetes mélitus, irão apresentar jejuns diferentes, por isso a necessidade de buscar orientação de um profissional qualificado para fazer sua consulta pré-anestésica.

O conforto durante o procedimento é uma das vantagens de se fazer sedação em procedimentos odontológicos.
O medo do dentista faz com que a sedação seja indicada mesmo em pequenos procedimentos, por exemplo, fui solicitado para fazer a sedação em uma moldagem de prótese dentária total superior.
O material de moldagem incomodava o paciente e após a sedação, o procedimento foi super tranquilo. Em outro caso, o paciente fez toda a programação de tratamento sentado na mesa do escritório do dentista pois não conseguia sentar na cadeira odontológica, porém, após a sedação (feita na cadeira do escritório) ele foi tranquilo e deitou-se na cadeira odontológica.

Uma outra vantagem é que o estresse cirúrgico do procedimento provoca liberação de substâncias que agridem a própria cirurgia, o nosso corpo não identifica o corte cirúrgico como algo benéfico, e esses compostos fazem com que haja aumento da pressão arterial, por exemplo.
Com a sedação esta resposta ao estresse cirúrgico é minimizado e isto faz com que a cirurgia transcorra tranquilamente e o paciente tenha um melhor recuperação pós-operatória.

Os grandes objetivos da sedação são:

  1. Diminuir a ansiedade frente ao procedimento por meio de medicações adequadas;
  2. Dar segurança ao paciente frente a cirurgia com as devidas monitorizações que cada procedimento exige como:
    1. medidas seriadas da pressão arterial;
    2. frequência cardíaca sempre nos limites da normalidade;
    3. uma quantidade arterial de oxigênio (saturação) suficiente para que não haja agressão as células;
    4. a observação do ritmo do coração.

Feito por profissionais qualificados, a sedação é um ponto de segurança e não de medo.

Não há procedimentos isentos de complicações.
Um simples comprimido tomado antes do procedimento pode não ser benéfico ao paciente pois as respostas são individuais. Um medicamento pode servir para alguns, mas pode prejudicar outros.
O fato de uma pessoa ter tomado um comprimido e ter sido excelente, não garante que com outra pessoa a mesma dose terá o mesmo efeito e, ao contrário, pode até mesmo causar complicações.
Neste contexto, o profissional que tem em sua formação conhecimento necessário para reverter situações adversas, é o anestesiologista. A presença deste profissional trará maior segurança ao procedimento e as chances de eventos adversos diminuem drasticamente.

O procedimento odontológico sob sedação venosa deve ser tratado como cirurgia.
Para tanto, cuidados como a observação do jejum adequado; alteração ou suspensão ou manutenção de certos medicamentos devem ser avaliados; a prescrição de antibióticos também pode ser indicada; exames laboratoriais devem ser solicitados, de acordo com as características individuais; parecer cardiológico pode ser requisitado; a avaliação da vias aéreas será importante; histórico de alergias.
O ideal é a realização de uma consulta pré-anestésica como avaliação.

  • Os procedimentos mais usuais são: implantes, enxertos ósseos, levantamentos de seios maxilares, retiradas de molares.
    Porém, qualquer procedimento odontológico pode utilizar a sedação como forma de conforto e melhora de resultados.
  • Em geral, os procedimentos cirúrgicos com duração superior a uma hora são bastante frequentes.
    Os principais benefícios para o paciente são: conforto e melhora dos resultados da cirurgia.
  • Pacientes que apresentam medo de procedimentos realizados por dentistas também são beneficiados com a sedação.
    Já fui solicitado a sedar uma paciente para limpeza de tártaro.
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